terça-feira, 13 de setembro de 2011

Jucás incentiva o cultivo orgânico


JUCÁS - O primeiro cultivo de hortaliça protegido na região Centro-Sul está em fase experimental, na localidade de Oitis, zona rural deste Município. O objetivo é favorecer o plantio orgânico, protegendo as plantas de pragas e doenças, além de incentivar outros horticultores a seguir o exemplo do produtor rural, Francisco Vando de Souza. Para demonstrar o êxito do projeto, a Secretaria Municipal de Agricultura promoveu um dia especial da cultura de tomate em cultivo protegido, reunindo dezenas de agricultores e técnicos.

O Sítio Oitis transformou-se em uma verdadeira sala de aula. No campo, os produtores rurais receberam informações técnicas sobre a cultura do tomate e de outras hortaliças, o mercado de consumo e dados técnicos da unidade demonstrativa, além de uma análise econômica com custo e rentabilidade de uma área de dois mil metros quadrados, o equivalente a 20% de um hectare.

ALTERNATIVA - O ataque de pragas ao tomateiro na região motivou o produtor rural buscar alternativa de cultivo orgânico. "Na última safra perdi mais de 80% da colheita, além do custo com inseticida e da agressão ao meio ambiente", observou Vando de Souza. "Agora espero ter um lucro bom com o cultivo de tomate orgânico de qualidade".

O apoio da Secretaria de Agricultura do Município de Jucás foi fundamental. Em parceria com uma empresa privada, surgiu a ideia de implantar um cultivo protegido com tela de nylon. Foi escolhida a variedade Fascínio híbrido F1, cultivada no sistema de semeadura em bandejas e transplantio, com irrigação por gotejamento.

O ciclo de produção é de 120 dias. A primeira safra foi colhida na última semana de julho. A estimativa de produção foi de 17 mil quilos e o lucro foi em torno de R$ 10 mil, considerando o valor de venda da caixa de 25 Kg por R$ 20,00, embora o preço atual é o dobro, isto é, R$ 40,00. "Mesmo em um cenário com queda de preço pela metade ainda haverá um lucro de três mil reais", observa o secretário municipal de Agricultura, José Teixeira Neto.

O cultivo apresentou alguns problemas como ataques de fungo em decorrência do excesso de umidade na unidade demonstrativa, mas foi corrigido o sistema de irrigação e a doença combatida com produtos orgânicos.

AMPLIAÇÃO - "O nosso objetivo é incentivar a agricultura familiar", frisou o prefeito, Helânio Facundo. "Temos projetos de fruticultura e de hortaliças que já ocupam importantes áreas em várzeas do Rio Jaguaribe, gerando emprego e ampliando a renda no campo", complementa.

O secretário de Agricultura de Iguatu, Valdeci Ferreira, destacou o empenho do vizinho Município em apoiar e desenvolver as atividades agropecuárias. "As ações aqui realizadas são exemplos para outras administrações", frisou. O gerente do Banco do Nordeste, Eugênio Augusto, deixou um recado para os produtores rurais: "A agricultura irrigada com assistência técnica dá certo e o banco tem recurso para financiar projetos. Só precisa haver iniciativas".

Em Jucás, a agricultura familiar vem se expandindo com diversos projetos no setor agropecuário. "Há crédito, temos terra boa e água em abundância", observou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Jucás, Hildon Lucas Bezerra. A perenização do Rio Jaguaribe graças a liberação de água do açude Arneiroz, modificou o cenário regional, ampliando o cultivo irrigado de frutas, grãos e hortaliças ao longo das várzeas.

Recentemente, os produtores rurais do Município de Jucás passaram por capacitação técnica sobre práticas modernas de manejo, gerenciamento dos negócios e preservação ambiental.

A Ematerce e outras instituições parceiras viabilizam os projetos agropecuários, favorecendo a agricultura familiar. O gerente do escritório da Ematerce em Jucás, Edmilson Cavalcante, defendeu a diversificação de cultura e lamentou a falta de adesão de alguns produtores ao programa de produção de frutas e hortaliças irrigadas. "Os projetos dão certo, há incentivo e o mercado é favorável, pois a produção sequer atende o mercado da região", afirmou Cavalcante.

FALTA OPÇÃO - Na região Centro-Sul, praticamente não há produção orgânica de frutas e hortaliças. No mercado de cada cidade, os consumidores não têm opção de escolha e acabam levando para casa frutos com índice de contaminação de agrotóxicos.

"Essa produção será vendida facilmente, mesmo com preço mais elevado em comparação com o tomate de cultivo tradicional", prevê Teixeira Neto. "Não haverá dificuldade para escoar a safra".

BENEFÍCIOS

"Espero ter um lucro bom com o cultivo de tomate orgânico de qualidade". Vando Oliveira de Souza – Produtor.

"Não haverá dificuldade para escoar a safra porque faltam produtos orgânicos". José Teixeira Neto - Secretário de Agricultura.

"A agricultura irrigada dá certo e o banco tem recurso para financiar projetos". Eugênio Augusto - Gerente do BNB.

Mais Informações:

Secretaria de Agricultura do Município de Iguatu
Rua Padre Cícero, S/N – Centro
Telefone (88) 3517.1410

Fonte: Diário do Nordeste

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Iniciadas as gravações da novela Aquele Beijo


O povo paraibano está empolgado com as primeiras gravações de ´Aquela Beijo´, que vai mostrar os atrativos do Estado na nova novela da Rede Globo. As gravações foram iniciadas no final de agosto, em Cabaceiras, no cariri paraibano, e continuaram no início deste mês. Depois de dois dias de trabalho, a equipe global seguiu para João Pessoa, para a segunda etapa de gravações na Paraíba. Os atores Diego Vilela e Bia Nunes fizeram cenas inusitadas para a trama da novela.

De acordo com o diretor de Marketing da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Temi Cabral, o ritmo de trabalho da equipe de produção foi frenético e todos mostram muito profissionalismo. As cenas gravadas tiveram como cenários o Lajedo de Pai Mateus e o distrito de Ribeira de Cabaceiras. O trabalho envolveu mais de 100 pessoas, entre técnicos, figurantes e a atriz paraibana Marcélia Cartaxo, que atuou em uma das cenas.

Em João Pessoa, as gravações chegaram ao Centro Histórico, envolvendo o Hotel Globo, o Largo São Frei de Pedro Gonçalves e a Praça Antenor Navarro, além do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto. Também foram feitas imagens da Estação Cabo Branco, a praia do Cabo Branco, a Igreja de São Francisco e o Terminal Rodoviário.

A presidente da PBTur, Ruth Avelino, disse que o trabalho de produção das cenas da novela tem sido exaustivo, mas fundamental para o processo de divulgação da Paraíba. "Teremos grande visibilidade e todo esse esforço será recompensado ao longo dos próximos anos".

Fonte: Diário do Nordeste

Instituto Agropolos e SDA promovem debate sobre políticas de desenvolvimento, começando pelo Cariri


FORTALEZA - O primeiro dos treze Salões Territoriais que acontecem no Ceará neste mês está desde ontem e até hoje, no Território do Cariri. A abertura contou com a participação especial de Tânia Bacelar, considerada a maior especialista em Desenvolvimento Regional em atuação no País.

O colegiado do Cariri, que reúne representantes do poder público e da sociedade civil organizada dos 28 Municípios, se esforçou para ter a presença de Tânia na abertura do encontro.

Os Salões Territoriais são encontros promovidos pela Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário do Ceará com a Secretaria de Desenvolvimento Agrário e o Instituto Agropolos do Ceará. O objetivo é debater a gestão e o controle social, premissas para o desenvolvimento dos territórios, e também discutir o Plano Brasil Sem Miséria, estratégico para o Governo Federal.

Também está sendo lançada uma série de planos construídos coletivamente em plenária com os colegiados territoriais no primeiro semestre de 2011. O Plano Territorial de Desenvolvimento Rural e Sustentável (PTDRS) e o Plano de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (PDRSS).

REFERÊNCIA - A política de territorialização do Governo Federal, que propõe a união dos Municípios para avançar mais rapidamente, tem o Ceará como referência. Tânia Bacelar é especialista em Planejamento Global pela Cepal. Foi economista da Sudene por 20 anos, tendo sido diretora de Planejamento Global. Em 2003, foi secretária nacional de Políticas Regionais pelo Ministério da Integração Nacional.

Mais informações:

Salão Territorial Cariri
Instituto Federal do Ceará (IFCE)
Sítio Almecegas –
Rodovia CE-292,
Km 15, Bairro Giselia Pinheiro, Crato

Fonte: Diário do Nordeste

sexta-feira, 3 de junho de 2011

EXPOFRUIT promove Fórum Internacional da Fruticultura


Para discutir a sustentabilidade, agregação de valor e diversificação de mercados na fruticultura, a Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada - Expofruit 2011, realiza o III Fórum Internacional da Fruticultura. O Fórum, que traz o tema Fruticultura e Sustentabilidade, acontece dentro da programação científica da EXPOFRUIT 2011. A proposta é reunir os presidentes de associações e cooperativas de produtores, empresários, representantes do governo, compradores internacionais e traders.

O fórum será no dia 9 de junho, as 8h, no Hotel Villa Oeste. Na programação estão agendadas cinco palestras e, no final, um debate. Entre os temas estão o “Mercado Americano: Um Mundo a Ser Explorado”, ministrado por Nancy Tucker, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios Globais, e ainda o “Mercado Russo: Conhecendo um Novo Mercado”, sob a responsabilidade do gerente de importação da JFRESH, Dmitry Gerasimov.

As inscrições são gratuitas e limitadas. Os interessados em participar devem realizá-la pelo telefone 0800 570 0800. Mais informações no site do evento www.expofruit.com.br .

Estudantes prestigiam Seminário sobre caatinga

A participação de estudantes de graduação e pós-graduação superou as expectativas na abertura do Seminário Recuperação de Áreas Degradadas e Incorporação de Carbono na Biomassa Vegetal Nativa e Solo do Semiárido do Rio Grande do Norte, promovido pela UFERSA e pela Petrobras, no Auditório do CTARN. O Seminário, que prossegue à tarde a partir das 14h, no Auditório Amâncio Ramalho, é uma ação do Projeto Caatinga de Combate à Desertificação e Recuperação de Áreas Degradadas. 

Na solenidade de abertura, na manhã desta quarta-feira, 01, o reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, professor Josivan Barbosa, ressaltou a importância da continuidade do Projeto iniciado há quase 10 anos. “Trata-se de um grande projeto envolvendo pesquisadores japoneses e envolvendo recursos na ordem de 1 milhão de dólares”, ressaltou o reitor.

Segundo Josivan Barbosa, a cada dia as ações da universidade passam a ser mais realistas com as ações de prevenção ambiental. “Temos o projeto para a criação do Parque da Caatinga, numa área de 13 km de extensão, nas dependências da UFERSA”, revelou.

A criação dos cursos de Engenharia Florestal, Engenharia Agrícola e Ambiental e o curso de Ecologia também são avanços conquistados pela Universidade do Semi-Árido na área do meio ambiente. “Estamos enviando no próximo semestre a CAPES o projeto de implantação do primeiro mestrado da UFERSA na área de ecologia”, revelou o reitor.

Para o Dr.Eduardo Platter, pesquisador da Petrobras, que apresentou o Projeto de Fixação de Carbono no Solo e na Biomassa Vegetal, o estoque de tonelada de carbono por hectares na caatinga é de 22,9%, contra 92,5% na mata atlântica. O pesquisador ressaltou a importância de trabalhos integrados, como o que vem sendo feito nessa parceria com a UFERSA, para a recuperação das áreas degradadas.

De forma bastante didática, o professor da UFERSA Jéferson Dombroski, trouxe para aos participantes do Seminário exemplos de desertos que são locais de baixa precipitação e que tem como característica a pouca povoação, ou seja, a escassez de vida. Os fatores climáticos, como a seca, e atividades humanas, como o desmatamento e o excesso de uso, contribuem de forma incisiva para a ocorrência de áreas desérticas.

Ainda segundo o professor Dombroski, a desertificação na região do semiárido é decorrente principalmente pela extração da madeira para a lenha e carvão e pelas queimadas uma prática ainda muito utilizadas pelos moradores com o intuito de “limpar” a área. “Com as queimadas ocorre à perda de biomassa e da biodiversidade”, afirmou o professor alertando para importância da preservação.

“Precisamos criar reservas ambientais para mapeamento e estudos sobre a ecologia e a biologia das espécies nativas existentes no semiárido brasileiro”, concluiu. O Seminário terá continuidade agora à tarde, no Auditório Amâncio Ramalho, a partir das 14h, com a apresentação do Projeto Caatinga onde serão explanadas as linhas de pesquisas, objetivos, resultados e perspectivas.

Convênios vão permitir a expansão da raça Soinga no Estado


Ao assinar convênios no âmbito da Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape), com a Associação dos Criadores de Ovinos Soinga do Brasil (Acosb), o secretário da pasta, Betinho Rosado, ressaltou a importância não apenas do ato atendo-se a parte técnica como primoridial para o crescimento da raça Soinga a nível de Rio Grande do Norte e, posteriormente, no Brasil.


Betinho Rosado fez questão de ressaltar que, a depender do Governo Rosalba Ciarlini, todo “apoio será dado como forma de fomentar o crescimento da raça por se tratar de uma raça que pode representar muito para a agropecuária do Estado”.

Por seu turno, Betinho ainda observou que será necessário sugerir a Universidade Federal do Semi-árido (Ufersa), no sentido de “ampliar os estudos a serem realizados pela Sape através dos seus técnicos eu serão colocados a disposição para o estudo técnico, ofertando aos integrantes dessa universidade a idéia de que poderão ser feitos trabalhos científico a partir de monografias e, até mesmo, a nível de pós-graduação como forma de contribuir para o esse melhoramento”.

Para que se tenha uma idéia de como começou o trabalho que culminou cm a criação dessa raça foi necessário que o produtor rural e médico veterinário, José Paz de Melo, iniciasse em sua fazenda no Vale do Pajeú pernambucano, o desenvolvimento de uma raça a raça que no seu desenvolvimento fosse possível observar algumas características necessária ao desenvolvimento numa região como a caatinga nordestina.

Essa raça que foi iniciada a partir de alguns cruzamentos que gerou a raça Ingazeira, assim denominada para homenagear a cidade de José Paz, em Pernambuco, “mas eu observei que ainda não era o ideal”.
Daí, o prosseguimento do estudo foi a junção de mais uma raça, a Somalis brasileria, que se chegou ao Soinga. “Mesmo desenvolvida em Pernambuco, foi no Rio Grande do Norte onde esse ovino encontrou um grupo de criadores que se interessou em buscar na raça ovina recém nascida, disposto a investir na criação desse animal e manter a sua genética.

No momento, a raça já tem um rebanho de cerca de 10 mil cabeças e começa a ser conhecida no Brasil a partir da participação desses criadores na Feira Internacional de Caprinos e Ovinos (Feinco) que é realizada anualmente em São Paulo e vem a ser a maior feira internacional indoor.

De acordo com o presidente da Associação dos Criadores de Ovino Soinga do Brasil (Acosb), Diel Figueiredo, sabe-se que numa raça ou tipo em que se busque qualidade de carne, são necessários alguns fatores fundamentais como fertilidade, rusticidade, prolificidade e cobertura uniforme de musculatura, principalmente na região dorso-lombar e de pernil.

Ele observa que a raça Soinga já apresenta bons resultados para os fatores descritos na produção de carne de qualidade, por essa razão, é que estamos iniciando um trabalho direcionado para introduzir cobertura muscular mais fortemente na região traseira do Soinga, uma vez identificado este ponto de não excelência na raça, ao se concretizar esse segmento,
teremos uma raça deslanada para produzir carne de qualidade, não somente para os parâmetros regionais, mas também nacionalmente e internacionalmente,
concorrendo com qualquer outra carne da espécie ovina.

E continua ressaltando que, no momento em caráter regional, o Soinga é a raça que produz a melhor carne. No entanto, precisamos estar atentos ao futuro, quando o assunto é alimento de qualidade, porque o mercado torna-se cada vez mais exigente, daí a necessidade de produzir carne de qualidade tanto no aspecto de saúde como do sabor.
Em seguida, Diel Figueredo diz que “não podemos permitir que a raça Soinga perca suas características no cruzamento, o que estamos procurando é introduzir no Soinga, um culote e um quarto traseiro mais volumoso. Os trabalhos de cruzamento se darão com o objetivo de conseguir que os animais Soinga do futuro apresentem o volume de traseiro que desejamos sem perder os outros fatores positivos já existentes na raça”.

José Paz de Melo diz que as raças ingressantes nos cruzamentos foram a Poll-Dorset que tem melhor conformação geral, melhor prolificidade, habilidade materna e qualidade da carne; a Texel onde se encontra Melhor conformidade geral e de posterior o que possibilita melhor convexidade de carcaça; a IIle de France que proporciona melhor ossatura além da Lacoune que tem habilidade materna o que possibilita uma melhor produção de leite.

Para dar continuidade a todo o trabalho desenvolvido até agora é preciso a participação de parceiros no projeto e é isso que está sendo feito a partir da assinatura de convênio de cooperação técnica com algumas entidades e órgãos públicos.

Para isso a Acosb está contando com a participação da UFRN, SAPE, FAZENDA RONDON E A EDITORA TROPICAL, com intuito de desenvolver um projeto inovador no Brasil e no mundo denominado, CCCI, Carneiro da Caatinga com Carcaça Internacional.

O convenio assinado entre ACOSB, Secretaria da Agricultura, da Pecuária e daPesca (Sape) e suas vinculadas vai possibilitar a implantação do Programa de Fomento da Raça Soinga no Estado do Rio Grande do Norte, alem de apoiar e viabilizar com suas vinculadas a continuidade do programa exigido pelo Ministério da Agricultura e da Associação Nacional dos Criadores de Ovino (Arco), que iniciado em 2010, a partir de visitas e assistência técnica mensal aos associados da ACOSB, que esta Identificando, catalogando e registrando o rebanho Soinga no Brasil.

Um outro item do convênio foi firmado entre ACOSB, SAPE e Universidade Federal do Semi-árido (Ufersa), para implantação do Programa de Melhoramento Genético, através de Escrituração Zootécnica que abrangerá todo rebanho ovino da raça Soinga no Brasil.

Um outro item diz respeito ao apoio e incentivos para implantação da Cooperativa dos Produtores de Ovinos Soinga, que será responsável pela compra garantida da produção e fará a comercialização da carne ovina oriunda dos sócios da ACOSB e cooperados.

Por Redação, com informações da Assecom/Acosb
http://www.nominuto.com/noticias/economia/convenios-vao-permitir-a-expansao-da-raca-soinga-no-estado/70848/

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Seminário discute recuperação de áreas degradadas no semiárido



A recuperação de áreas degradadas e incorporação de carbono na biomassa vegetal nativa e no solo do semiárido do Rio Grande do Norte é tema de um Seminário que acontece na próxima quarta-feira, 1º de junho, no Auditório do CTARN, a partir das 8h da manhã, no Campus Leste da Universidade Federal Rural do Semi-Árido. A realização e uma ação conjunta da UFERSA e da Petrobras. A inscrição é gratuita e será realizada antes da abertura do evento.

O Seminário, aberto a toda comunidade acadêmica, faz parte do Projeto Caatinga de Combate à Desertificação, realizado pela UFERSA, com a parceria da Petrobras e da USP, e coordenado pelo Professor Doutor, Jéferson Dombroski.  A proposta é apresentar a comunidade os resultados obtidos com o Projeto bem como os novos caminhos que serão percorridos.

O Projeto Caatinga de Combate à Desertificação foi iniciado pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido há dez anos, com a cooperação técnica com a JICA – Japan Internacional Cooperation Agency, organização interessada em desenvolver pesquisas na região do semiárido nordestino. A partir de 2009, o grupo de pesquisadores da UFERSA recebeu convite do Centro de Pesquisa da Petrobras – CENPE/PETROBRAS, para elaborar um projeto de recuperação de áreas degradadas da caatinga e de incorporação de carbono no solo e em biomassa florestal. O projeto foi efetivado em parceria com a USP. O Seminário irá apresentar os resultados obtidos, bem como os caminhos a ser percorridos daqui pra frente.